quarta-feira, 14 de março de 2012

Kiss Kiss Bang Bang


Lembra quando o Scott Pilgrim usou bandas indies como inspiração? Então, agora as bandas é que estão usando o filme em seus clipes. Primeiro teve o The Vines no clipe de Gimme Love e agora o The Subways lançou o video do Kiss Kiss Bang Bang usando a mesma linguagem do filme do Scott Pilgrim. Achei que combinou bastante... e essa é a minha música favorita do último cd deles.

terça-feira, 13 de março de 2012

Community: Contagem Regressiva!

Porque Community volta esta semana e porque o último episódio inédito que passou foi o hilário musical de Natal, vou colocar aqui uns videos dos melhores momentos musicais do seriado! #sixseasonsandamovie

Introdução da terceira temporada, onde eles prometem ser mais felizes e menos estranhos para, assim, conquistar a audiência de toda a humanidade!

Dueto do Reitor e Jeff cantando Kiss from a Rose

Paródia da música de abertura da série no episódio de Natal em stop-motion

O rap da Testemunha de Jeová Mais Secreta! Perfeito!

Baby Boomer Santa, a evolução musical do Pierce


Quando a Annie foi emburrecendo tanto que no final ela não conseguia nem mais formar uma palavra!

Aquela paródia curta, mas perfeita de Glee!

O clássico: ¿Dónde está la biblioteca?

segunda-feira, 5 de março de 2012

punk de fumaça

Eu preciso falar algo que penso há bastante tempo, mas que nunca tive a chance de declarar. Aqui vai: STEAMPUNK NÃO É BRINCAR DE SE FANTASIAR DE LATÃO.

Pronto.

Não sei quando ou como aconteceu, mas um bando de gente tomou conta do termo "steampunk" pra fazer coisas ridículas, criar uma tribo urbana, fingir que vive em outro século. Sei lá o que eles estão pensando, mas o que eles estão de fato pensando não é steampunk.

Primeiro porque o steampunk "original" é um gênero literário. Ou melhor: é um subgênero literário. Na verdade, é um subsubsubgênero, porque ele existe dentro do cyberpunk (que é um subgênero dentro da ficção científica, que é um gênero literário). Funciona da mesma forma de ficções de história alternativa, no caso de A Máquina Diferencial (que estou lendo agora), os autores imaginaram como teria sido o mundo caso o computador tivesse sido inventado durante a época vitoriana.

Os autores, aliás, são os dois mais famosos autores do cyberpunk: William Gibson (de Neuromancer) e Bruce Sterling (de Pirata de Dados). Eles não deram o nome "steampunk" para o que estavam escrevendo, mas foram os inventores desse estilo literário que, agora, serve de desculpa para as pessoas fazerem palhaçadas como se tivessem algum conceito por trás.

Não sou só eu que acho isso. Eles mesmos concordam:

Sterling: Nós não fomos responsáveis por isso. Não erguemos um dedo para que o cenário steampunk acontecesse. Nunca escrevemos uma sequência, e nem vamos fazê-lo. Temos nossos próprios problemas, tais quais projetar tênis japoneses e dar palestras sobre realidade aumentada. Certamente não escrevemos este livro para criar subcultura de pessoas que criam instrumento de lazer de latão, brincam de se vestir a caráter e nos enviam e-mails entusiasmados do Brasil e da Polônia.


Gibson: Eu, por exemplo, não posso consentir na substituição de peças mecânicas sobressalentes de relógios por razões puramente decorativas. Por favor, parem de fazer isso.


Sterling: Ouçam a voz da experiência, garotos. Quando se ressucitam os mortos, eles trazem sua bagagem.

Aí está! Sterling e Gibson mandando as pessoas pararem com essa palhaçada (o fato de eles citarem nominalmente o Brasil como local de onde as pessoas mandam e-mails entusiasmados me deixou com vergonha alheia). E outra coisa: acabei de começar a ler o livro (mas sou grande fã e leitora dos trabalhos deles, especialmente do Gibson) e já notei a quantidade gigantesca de descrições e informações que precisam ser colocadas na história para que o leitor consiga visualizar e entender o universo em que ela se passa (desde objetos, roupas, costumes, gírias, etc.); ou seja, o livro poderia ser chatíssimo e fazer todo mundo dormir, mas os autores são William Gibson e Bruce Sterling, o que quer dizer uma só coisa: eles sabem como misturar o caminhão de informações que fariam qualquer um cair de sono com a história de forma orgânica e nem um pouco cansativa.

Mas deixa eu desenhar pra você: VOCÊ NÃO É O WILLIAM GIBSON E NEM O BRUCE STERLING (muito menos uma parceria entre eles)! Não é porque inventou uma história com carros e computadores à vapor e pessoas usando óculos engraçados que está escrevendo steampunk... quer dizer, pode até estar, mas é ruim.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Deus?

Is God willing to prevent evil, but not able?
Then he is not omnipotent.
Is he able, but not willing?
Then he is malevolent.
Is he both able and willing?
Then whence cometh evil?
Is he neither able nor willing?
Then why call him God?

(Epicuro)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

...

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Grandes pausas do rock and roll

A pausa faz você achar que a música vai terminar. E aí, quando a música na verdade não termina, você fica aliviado. Mas depois a música termina mesmo, porque toda música termina, é claro, e DESSA. VEZ. O. FIM. É. PRA. VALER."

A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Roooooooxanne!


Às vezes eu acho que a melhor parte de Community não são as referências à cultura pop, nem os diálogos inteligentes, o talento do cast, a coragem em mudar a fórmula "sitcom" em todos os episódios, os ousados episódios-homenagens, a integridade do Dan Harmon de não comprometer o texto a série só pra conseguir audiência (mesmo quando esta está tão baixa a ponto da série poder ser cancelada). Porque mesmo quando estão presos num jogo de paintball que se transformou numa guerra interplanetária ou em sete realidades diferentes ou num apocalipse de zumbi, os criadores nunca esquecem dos personagens e suas relações. Community é tão inteligente quanto tem coração, e esse clipe aí de cima é um dos momentos mais bonitos de toda a série porque ilustra perfeitamente o que estou dizendo. O episódio foi o melhor até agora da terceira temporada (um dos melhores da série e melhores de tudo que já vi na tv), ousou ao brincar com realidades paralelas usando uma história simples, e foi capaz de mostrar quem é cada um dos seus personagens e o quão disfuncional é a família que eles criaram. Tudo isso em 25 minutos.

Eu quero contar histórias tão bem quanto o Dan Harmon quando eu crescer!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O amor de Jack White III


I want love to roll me over slowly, 
stick a knife inside me and twist all aroud

I want love to grab my finger gently,  
slam them in a doorway, put my face into the ground

I want love to murder my own mother 
and take her off to somewhere, like hell or up above

And I want love to change my friends to enemies
Change my friends to enemies and show me how it's all my fault

Finalmente o Jack White vai lançar um album solo (todo mundo sabia que ele ia fazer isso algum dia!). O cd vai se chamar Blunderbuss e saí em abril, mas o primeiro single já está disponível pra streaming no site dele. É uma música chamada Love Interruption que soa muito Jack White, mesmo sem riffs e solo de guitarra. É minimalista, tem um segundo vocal feminino (ainda não creditado) e uma letra que consegue ser sádica e bizarra ao mesmo tempo que é poética e romântica. Gostei muito e espero ansiosa pelo album do Jack, torcendo para que ele inteiro siga mais ou menos a direção do primeiro single.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Carlos!!!!!


Porque ele vai tocar aqui do lado de casa num local com capacidade máxima para 600 pessoas, o que quer dizer uma coisa: eu vou ver o Carl Barat de pertinhoooooooo!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Você sabe que é um escritor...